Fundamentos tirados direto dos 10-K e 10-Q entregues à SEC, comparados com os pares do mesmo setor. O score só existe onde foi validado fora da amostra; nos demais setores mostramos os indicadores sem nota.
Deslize lateralmente dentro da tabela para ver todos os indicadores.
| # | Ativo | Setor | Score | Preço | Valor de mercado | P/L | Retorno ao acionista | 6 meses |
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O score não mede tamanho nem qualidade da empresa: ele ordena, dentro de cada setor, as ações cujas características historicamente vieram antes de um desempenho melhor que o dos pares nos 12 meses seguintes. Nos EUA, o que mais se repetiu foi a empresa devolver dinheiro ao acionista (recompras e dividendos, sem emitir ações novas), ter margem estável e estar em tendência de alta nos últimos 6 meses.
Empresas como Nvidia, Microsoft ou Meta são excelentes, mas o mercado já paga por isso: estão caras, investem pesado (o que aparece como crescimento de ativos e menos dinheiro devolvido) e muitas pagam parte dos salários em ações. Testamos o crescimento de receita e de lucro como critério: em tecnologia, crescer mais não antecipou retorno melhor que o dos pares — o crescimento já estava no preço.
Por isso o score não substitui o índice: uma carteira de índice amplo já carrega as gigantes pelo peso de mercado; o score serve para escolher o que fica fora delas.
O score combina os indicadores que funcionaram fora da amostra em cada setor com um composto fixo da literatura. Veja o método, o teste das fórmulas dos grandes gestores e o backtest da carteira Top-20 em Estratégia Top-20.